cartas de amor são ridículas
Preferem receber um e-mail de amor ou uma carta de amor?
Rodrigo Gralheiro no BBDO LAB
eu? então, eu escrevo umas coisas…
A namorada de wittgenstein diz, a propósito da identidade do senhor palomar: Há quem diga que trabalhou numa agência de publicidade (custa a acreditar, parece demasiado culto para isso).
Admito a minha parte de estupidez em ter entrado para esse mundinho. Mas o que mais me chateia é explicar à família aquilo que faço todos os dias, num departamento cheio de malta inculta. Eu incluída, claro.
Já agora, La madre que te pario:
havemos de ir Viana.











Entre sombras misteriosas
em rompendo ao longe estrelas
trocaremos nossas rosas
para depois esquecê-las
Se o meu sangue não me engana
como engana a fantasia
havemos de ir a Viana
ó meu amor de algum dia
ó meu amor de algum dia
havemos de ir a Viana
se o meu sangue não me engana
havemos de ir a Viana
Partamos de flor ao peito
que o amor é como o vento
quem pára perde-lhe o jeito
e morre a todo o momento
Se o meu sangue não me engana
Ciganos verdes ciganos
deixai-me com esta crença
os pecados têm vinte anos
os remorsos têm oitenta
A Mãe
Rodrigo Leão tem novo CD que “retrata a vida e a morte” - logo este disco não podia ter mais a ver comigo.
E para ajudar à festa foi buscar Stuart A. Staples (Tindersticks), Neil Hannon (The Divine Comedy) e Melingo, o argentino dos tangos.
Os Cinema Ensemble foram também buscar o Bruno Silva, amigo de infância nascido e criado na minha aldeia (tão orgulhosa dele que eu estou).

























